A GRANDE ANISTIA

Pacificar a Nação Brasileira, mediante o decreto da GRANDE ANISTIA, constitui-se a decisão primeira e pedra fundamental que dá início ao novo modus vivendi do mundo ditoso que começa no Brasil e se espraia até os confins do Planeta, o qual passa a viver sob a égide do Quarto Sistema, o Sistema do Mérito, cujo Princípio Moral basilar é a ÉTICA, sinônimo de AMOR, que prioriza e põe o SER HUMANO no centro das atenções.

Decretada a GRANDE ANISTIA, desse momento em diante, não há mais que se falar dos nossos anistiados erros e vícios do passado, porque eles só nos dividem e desunem, importa sim, doravante, os nossos acertos e virtudes, do passado, do presente e do futuro, que nos conduzem rumo à unidade, ao progresso e à PAZ.

É a GRANDE ANISTIA, o passo primeiro que desencadeia a transição definitiva e irreversível do Terceiro Sistema (SOCOCA = SOcialista+COmunista+Capitalista) para o Quarto Sistema, que é o Sistema do MÉRITO.

A Sociedade, neste início de milênio, vive reiteradamente a clamar por ética, liberdade, justiça e paz. O Sistema do MÉRITO, atendendo a esse clamor geral e entendendo como imperiosa a necessidade de pacificação social, com a decretação da Grande Anistia, quebra os perversos grilhões do INDIVIDUALISMO, pai da TIRANIA e fonte de tanta corrupção, de tanta violência e de tanta injustiça, desnecessariamente sofridas, apenas para atender à tentativa malograda do Sistema vigente de se manter vivo, contrariando as aspirações populares e as imposições naturais advindas da Lei do Progresso.

De tanto ser conclamada à competição predatória, à luta, ao combate, à guerra, linguagem corrente dentro do violento e decadente Sistema atual, a Sociedade vive exausta, envolvida numa verdadeira e fratricida guerra em defesa da sobrevivência. Por essa razão, o propósito do novo paradigma, não é competir, lutar, combater, ou declarar guerra contra o cerceamento das liberdades individuais, a injustiça, a violência, a corrupção, a miséria etc., mas, simplesmente, acabar com todas essas mazelas de uma vez por todas, para, assim, atender plenamente aos legítimos anseios sociais.

Mais uma vez, ao contrário do que sempre fez o paradigma atual, o novo e emergente Sistema do MÉRITO, ao decretar a Grande Anistia, está convidando os cidadãos para a GRANDE FESTA DA DEMARQUIA (a verdadeira democracia que “empodera” as pessoas) a que ela dá início, fazendo-os esquecer daquelas esdrúxulas conclamações para as quais já não vemos mais sentido.

A Grande Anistia é a manifestação explícita da MISERICÓRDIA SOCIAL para com a própria SOCIEDADE. É a indulgência que nos liberta dos vícios enquanto levanta templos às virtudes humanas, como estímulo ao recomeço de uma nova vida pela trilha do bem. Dessa forma começa o resgate de todos da escravidão moral, física, psicológica, espiritual e material em que nos encontramos, sem que para isso haja necessidade de caça às bruxas, revanches, vinganças ou retaliações de qualquer natureza, reações essas, quase sempre, produzidas pelo nosso orgulho ferido, que nos induz a emanação dos sentimentos deletérios da despeita, do ciúme e da inveja.

No primeiro momento da vigência da Grande Anistia, o qual começa com a aceitação explícita do Projeto da CONSTITUINTE e, mais especificamente, na data e horário do voto consciente e aberto, no qual dizemos "EU REFERENDO"todos serão agraciados pelo perdão dos erros cometidos até então, para darmos início a uma nova vida, repleta de atos morais positivos, louváveis e favoráveis à coexistência social pacífica e ordeira. A operacionalização da Grande Anistia inicia no ato da promulgação da Nova Constituição Federal.

A Grande Anistia, não significa o incondicional perdão de todos os delitos e/ou crimes cometidos pelos cidadãos e cidadãs, nem de todas as dívidas atuais contraídas por empresas e pessoas. Significa, sim, com relação a todas as penas cominadas para os delitos e/ou crimes cometidos pelos cidadãos e cidadãs, até a data em que o Sistema do MÉRITO chegar ao PODER, que essas penas serão cumpridas de conformidade com o novo Código Penal e a nova Lei das Execuções Penais do novo Sistema, podendo o infrator, apenado ou não, reclamar em seu benefício, como atenuante, o fato de o seu delito e/ou crime, ter acontecido sob a égide do antigo Sistema. (Ver o Novo Modelo Educacional no Livro Semente de Democracia - a Ideologia do Mérito de autoria do Prof. Inairo Gomes).

Com relação às DÍVIDAS FINANCEIRAS e TRIBUTÁRIAS contraídas pelo Estado, pelas Empresas e pelos Cidadãos e Cidadãs em geral, até a data em que o Sistema do MÉRITO chegar ao PODER, estas serão classificadas da seguinte forma:

a) Dívidas Financeiras, lícitas, do Estado e da Sociedade, decorrentes de empréstimos internos e externos e do intercâmbio de bens e serviços; e

b) Dívidas da Sociedade para com o Estado, decorrentes da cobrança de impostos, contribuições, taxas, multas etc.

Com relação às do primeiro grupo (item “a”), deixarão de valer as regras do Sistema Antigo quando do início da implantação do Novo Sistema. A seguir, sem prejuízo para a parte credora, serão trazidas para dentro do Novo Sistema Financeiro e renegociadas segundo os novos critérios de prazos e juros fixos, respeitando-se a real capacidade de pagamento do devedor, conforme o que estabelece a GRANDE ANISTIA FINANCEIRA.

Quanto às dívidas financeiras contraídas mediante coação, dolo e principalmente corrupção do credor, serão sumariamente extintas sem qualquer ônus para o devedor.

Com relação às do segundo grupo (item “b”) decorrentes da pesada e impagável carga tributária imposta pelo Estado, que induziu as pessoas e as empresas à condição de inadimplentes e submetidas à perseguição dos Governos Tiranos, estas serão totalmente anistiadas. Isto porque o Sistema do MÉRITO considera que tais Governos, têm se portado mais a serviço da CORRUPÇÃO do que da Sociedade, e não apenas abusaram da capacidade de tributação que a Sociedade lhes outorgou, como também, desviaram os impostos, pagos pelo POVO, para fins espúrios, ensejando o surgimento de uma grande dívida social contraída para com Ela (a Sociedade).

Em sendo assim, para haver justiça, a dívida tributária da Sociedade para com o Estado será compensada com a dívida social do Estado para com a Sociedade, conforme estabelece a GRANDE ANISTIA FISCAL E TRIBUTÁRIA.

Com a Grande Anistia, o Sistema do MÉRITO pretende desencadear as operações “Nome Limpo” e “Empresa Sólida” extensivas a todos, cidadãs(os) e empresas, hoje inadimplentes e catalogados nos registros de cartórios e de outras tantas organizações autodenominadas de “serviços de proteção ao crédito”, encontrando-se cerceadas do direito legítimo de acesso ao crédito para o atendimento das suas necessidades de investimento e progresso.

A GRANDE ANISTIA, também, viabiliza e dá início à ação do Estado Ético como único e exclusivo avalista da Sociedade, dentro do Sistema Econômico e Financeiro, pondo fim ao inconveniente da desconfiança, que tantos prejuízos têm trazido para o País e para a NaçãoPRINCIPALMENTE AOS EMPREENDEDORES, os mais vulneráveis às turbulências da Economia — decorrentes do mau planejamento, da má administração, da má direção, do mau comando e do descontrole dos Governos — pela característica de vanguardistas da livre iniciativa e da criatividade que impulsiona o crescimento e o desenvolvimento econômico e social da Nação.

A viabilidade econômica e financeira da Grande Anistia, em toda a sua extensão, encontra-se provada e demonstrada no conjunto dos vídeos integrantes das Temáticas sobre Economia e Finanças que se acha disponibilizado nos sites www.constituintepopulareetica.com, e www.unimerito.com.

Se você concorda com esta proposta, clique no link > http://www.constituintepopulareetica.com/referendo e vote dizendo: "EU REFERENDO"